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Ato Extraordinário

Foi o efeito mediúnico mais extraordinário que testemunhei (ou será que não?), de muitos que já presenciei.

Aconteceu em 2023, na minha primeira internação no Hospital Espírita de Marília. Estávamos no refeitorio, eu e Beto, que foi meio que um mentor espiritual para mim. Ele tinha uma tatuagem no ombro, que inspirou-me a fazer a minha, anos depois.

Então, ele fez o surpreendente.

Pegou uma gelatina e colocou em cima de um prato. Depois, virou o prato e, desafiando a gravidade, a gelatina continou ali, grudada ao prato. Como me animou ver aquilo! - pois eu estava procurando sinais de que a “magia” existia.

Por que eu usei o termo “magia”? Porque, na época, eu não tinha a menor ideia do que era mediunidade, da existência dos espíritos, etc. Atribuia tudo ao encarnado. Mas, como um maníaco, eu perseguia esses fenômenos, pois sonhara, quando criança, que a “magia” existia. E, de fato, ela existe, mas não como eu imaginava.

Beto era simplesmente um médium, e a gelatina era apenas um efeito físico mediúnico. Eu ainda iria demorar para conhecer toda a parte moral do trabalho medinúnico, mas, naquele momento, eu estava apenas maravilhado com o fenômeno.

Nunca mais o vi, mas, no dia em que recebi alta, tive uma surpresa: ouvi a sua voz na farmácia, logo após de sair do hospital. Ela me dizia: “Você me trousse consigo”. Um caso de psicofonia, que me surpreendeu deveras.

E de fato, ao sair do hospital, muitos fenômenos aconteceram comigo por um tempo.

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Por hoje é só!